sexta-feira, 6 de maio de 2011



Ai dos que sorriem das lagrimas dos inocentes,
Que já choram agora tão descrentes
Na miséria de valores tão vigentes
Casa, comida e saúde já pendentes
E agora são como animais doentes.

Libertai-os de tal pobreza
Dai sabedoria, ensinem a destreza
Ajudai-os a crescer para que uma nova cidade apareça
Praticai a justiça verdadeira, e assim terão certeza
Obterão a cidade com tal beleza.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Violência contra a população

 

"A liberdade não é um luxo dos tempos de bonança; é, sobretudo, o maior elemento de estabilidade das instituições." ¹
"A República não precisa de fazer-se terrível, mas de ser amável; não deve perseguir, mas conciliar; não carece de vingar-se, mas de esquecer; não tem que se coser na pele das antigas reações, mas que alargar e consolidar a liberdade." ¹
    
"Tôda a civilização, pois, se encerra na liberdade, tôda a liberdade na segurança dos direitos individuais. Liberdade e segurança legal são têrmos equivalentes e substituíveis um pelo outro."¹

"Um povo cuja fé se petrificou, é um povo cuja liberdade se perdeu."  ²

"Só o bem neste mundo é durável, e o bem, politicamente, é todo justiça e liberdade, formas soberanas da autoridade e do direito, da inteligência e do  progresso." ²

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Ignorância do Governo


    Geralmente, no comportamento humano, a revolta vem do medo e o medo vem da ignorância, que é a falta de informação e/ou conhecimento. Foi isso que aconteceu para causar o estopim da Revolta da Vacina, que foi a indignação da população contra a vacinação obrigatória, entre outros motivos já citados em comentários anteriores.
    Não sou médico, porém tenho dúvidas em relação à eficácia da vacina, afinal, ela é nada mais do que ter contato com a doença em animais. Como a população pode saber se isso realmente funciona, ou se existe uma chance de desenvolver a doença e morrer?
    A sensação de dúvida e desprezo se espalha ainda mais pela população quando o governo deseja tratar todos com ignorância quando nos impõe essa vacina e expulsa algumas pessoas de seus lares. Desse modo, os cidadãos da cidade do Rio de Janeiro sentem que o governo não se importa com eles e quer se livrar de todos. Não digo que isso é verdade, porém é o que as recentes ações da prefeitura mostram.
    Sugiro que o governo trate seu povo mais respeito, não infringindo o direito à propriedade privada; além de dar provas sobre o funcionamento desse novo método de prevenção.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Marginalização causada pelo aparente desenvolvimento


    O desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro não mudará a vida da maior parte da população. É verdade que essas vacinas podem ser de grande utilidade na prevenção de doenças, mas como as pessoas podem saber disso se o governo não se preocupou em informá-las de maneira correta. O ser humano tem naturalmente receio a mudanças e essas não podem ser colocadas em prática de forma brusca e ignorante como o Estado fez. Como vemos, a conseqüência disso foi o medo e a revolta por parte da população. Não que a vacina obrigatória seja a maior causa dessas manifestações. Foi a suposta melhora na cidade que iniciou o descontentamento populacional, já que várias pessoas foram expulsas de suas casas para o alargamento das ruas e melhora da infra-estrutura. Entretanto, quem está se beneficiando desse desenvolvimento? Uma minoria rica, pois nenhum cidadão comum consegue ou vai conseguir uma moradia nesse lugar. Não é possível nem viver de aluguel, pois essa região ficou ridiculamente valorizada e não condiz com o padrão de vida da maior parte da população. O “bota - abaixo” causou um processo de marginalização para a maior parte da sociedade. As pessoas expulsas foram morar nos morros, assim como os negros fizeram depois da escravidão; pois em ambos os casos não há espaço para eles nessa sociedade que está “evoluindo”.

domingo, 24 de abril de 2011

Comentário a favor da população



      O Brasil é uma república democrática desde 1889, mas a maior parte da população não pensa assim, já que suas tentativas de serem ouvidas são, muitas vezes, reprimidas pelo governo, como é o caso dos protestos que estão ocorrendo contra a vacinação obrigatória. Eu apoio a Revolta da Vacina, que é contra não só a essa suposta prevenção de doenças, como também ao descaso do Estado para com a população no desalojamento de pessoas. O direito à propriedade não deveria ser violado pela impulsiva vontade da modernização da cidade do Rio de Janeiro. O Estado, por exemplo, deveria concentrar essa energia no desenvolvimento da educação brasileira para que mais brasileiros pudessem aprender a ler e escrever. Assim, mais pessoas poderiam votar e participar mais ativamente da democracia.